Livros: A vida peculiar de um carteiro solitário

89763890 Bilodo vive a tranquila vida de um carteiro sem muitos amigos nem grandes emoções. Completa diariamente seu percurso de entrega e retorna sempre à solidão de seu pequeno apartamento em Montreal. Mas ele encontrou uma excêntrica maneira de fugir dessa rotina: aprendeu a abrir as correspondências alheias sem deixar rastros e passou a ler as cartas pessoais com as quais se depara.
E foi assim que ele descobriu o primeiro grande amor de sua vida: a jovem professora Ségolène, que mantém uma misteriosa correspondência com o poeta Gaston, composta somente por haicais. Instigado pela elegância e simplicidade de seus versos, Bilodo se vê cada vez mais fascinado por essa forma de poesia.
Mas quando é confrontado com a perspectiva de se ver privado das cartas de Ségolène, ele precisa tomar uma decisão que pode levá-lo mais longe do que podia imaginar. Talvez seja hora de compor seus próprios poemas de amor.

“Peculiar e charmoso com um desfecho bem executado , esta novela traz à mente nada menos do que um Kafka apaixonado” The Guardian

Faz tanto tempo que escrevi um post parecido, que cheguei a conclusão de que não sei mais fazer hahahaha Agora falando do livro……. Complexo. Essa palavra define a experiência de leitura que tive com ele. Sabe aquela sensação de terminar de ler um livro, olhar para a parede e chegar a seguinte conclusão: Eu não absorvi tudo que o livro tentou me passar? Pois é.

O livro é tão poético, que tenho absoluta certeza de que preciso reler. O final é o típico desfecho que vai te fazer parar e pensar. Pensar muito hahahaha

O enredo é repleto de lindíssimos pequenos poemas; o que deixa a leitura muito mais fluída e prazerosa.

Pela foto não dá para ver, mas o livro é curtinho, com uma média de 100 páginas; por isso não vou me estender mais. Recomendo fortemente. A história é linda, cheia de sentimento e algumas coisas relacionadas à cultura japonesa. O final é surpreendente ao extremo, o que acabou me encantando muito mais.

Com certeza, fica na pilha dos livros que preciso reler e dos favoritos da vida ♥ Ah, e te vejo na próxima 😉

 

Livros: One Man Guy

one man guyUm romance sobre dois garotos, dois mundos e um encontro.
    Ethan é tudo o que Alek gostaria de ser: confiante, livre e irreverente. Apesar de estudarem na mesma escola, os dois garotos pertencem a mundos diferentes. Enquanto Ethan é descolado e tem vários amigos, Alek tem apenas uma, Becky, e convive intensamente com sua família e a comunidade armênia.
    Mesmo com tantas diferenças, os destinos de Ethan e Alek se cruzam ao precisarem frequentar um mesmo curso de férias. Quando Ethan convence Alek a matar aula e ir a um show de Rufus Wainwright no Central Park, em Nova York, Alek embarca em sua primeira aventura fora de sua existência no subúrbio de Nova Jersey e da proteção de sua família.
    E ele não consegue acreditar que um cara tão legal quer ser seu amigo. Ou, talvez, mais do que isso.
    One Man Guy é uma história romântica, comovente e engraçada sobre o que acontece quando as pessoas saem de suas zonas de conforto e ajudam o outro a ver o mundo (e a si mesmo) como nunca viram antes.

Tenho de admitir que logo ao iniciar a leitura, já senti que não iria gostar. Até então não sabia nada a respeito do enredo, mas confesso que julguei pela capa hahaha

Bem, acho que está na hora de nos livrarmos das coisas que nos atrapalham.

Depois de passar das primeiras trinta páginas, já me vi completamente imersa na história. A escrita do autor é maravilhosa; assim como os personagens desenvolvidos.

Somos aquilo que fomos criados para ser.

Durante a leitura, somos apresentados à culinária Armênia, o que apesar de muitos verem com más olhos, me deixou ainda mais apaixonada por essa cultura. Somos introduzidos à novos hábitos de uma forma que não me pareceu forçada; muito pelo contrário, me pareceu natural e singela, da melhor forma possível.

Alek não sabia o que era pior, estar tão perto do que se queria e não poder pegar, como Tântalo, ou estar totalmente exilado do que se queria.

O único ponto que me deixou decepcionada durante a leitura, foi o fato da aceitação de Alek. Pense comigo, caro leitor: Se você se descobre homossexual, com pais tão conservadores e ortodoxos, você não se sentiria um pouco desesperado? No meu ponto de vista, ele tratou como uma coisa simples de ser entendida pelos familiares, o que na verdade, não deveria ser.

Às vezes, você precisa conseguir o que pensa que quer para perceber que nunca quis isso, na verdade.

Entenda, não estou afirmando que a atitude deles deveriam ser essas; mas tentei prever suas atitudes por seus comportamentos durante todo o livro. Ou talvez eu seja chata demais e tenha visto coisas que não existem.

Você tem personalidade. Quero isso em um cara com quem vou ficar. Significa que ele vai me tratar bem e que também merece ser tratado bem.

Amei como o romance se desenvolveu e fluiu delicadamente. O autor fez com que eu torcesse ferozmente por esse casal; me tirando vários sorrisos durante a leitura. Se é um livro recomendado? Completamente. Cinco estrelas e favoritado, com certeza.

Tenham uma ótima noite e maravilhosas leituras 😉

 

Livros: Proibido

 Tabitha-Suzuma-Proibido-Resenha-Capa-Livro

Ela é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezesseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis. Ele é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezessete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de caráter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes. Eles são irmão e irmã. Mas será que o mundo receberá de braços abertos aqueles que ousaram violar um de seus mais arraigados tabus? E você, receberia? Com extrema sutileza psicológica e sensibilidade poética, cenas de inesquecível beleza visual e diálogos de porte dramatúrgico, Suzuma tece uma tapeçaria visceralmente humana, fazendo pouco a pouco aflorar dos fios simples do quotidiano um assombroso mito eterno em toda a sua riqueza, mistério e profundidade.

Nocaute. Tabitha Suzuma me deu um nocaute. Nunca cheguei a me envolver tanto com um livro antes a ponto de chorar em público. Mas realmente tudo tem sua primeira vez. Não sei o que falar aqui. Não sei como olhar para o mundo da mesma forma que antes. Ler esse livro, é sair de dentro do mesmo, como uma nova pessoa; cheia de novas experiências e desilusões.

Das bilhões de pessoas que habitam o planeta, ele é uma das pouquíssimas que não posso ter. E isso é algo que devo aceitar – mesmo que, como ácido num metal, esteja lentamente me corroendo por dentro.

Os personagens são de uma sensibilidade impressionante. É incrível como eles te envolvem e te cativam. Tenho absoluta certeza que até agora, não acreditei em nenhum como Lochan e Maya.

Porque para mim, jamais vai poder haver mais ninguém. A certeza desse fato me sufoca.

Eu comecei a falar tanto, que acabei esquecendo de um detalhe muito importante: o tabu. Porque é isso que acontece quando você lê esse livro. Você esquece que eles são irmãos biológicos; até porque, sinceramente, tal informação não deveria interferir em nada. Realmente não entendo essas pessoas que odeiam todas as formas de amor que não sejam tão comuns. Talvez porque prefiram que o mundo exale ódio. Desculpa, talvez eu esteja um pouco mais revoltada, depois da leitura hahaha

Mas você tem que parar de achar que é errado, Lochie. Porque é exatamente o que os outros acham, mas esse problema é deles.

Se você já pesquisou a respeito, deve ter ouvido por aí que este é o livro que é quase impossível ser relido. Vai por mim, essas pessoas não estavam brincando. Só de pensar em ler toda a história novamente, sabendo do desfecho, sei que não conseguiria me recompor. Isso não é um exagero. Aquele final acabou comigo.

Não darei mais detalhes, por ser um livro que cada pessoa deve ter sua própria experiência, sem qualquer influência. Mas uma coisa eu posso falar: É um livro repleto de emoções; sentimentos felizes e não tão felizes assim. Mas para fechar, quero deixar uma última citação que me fez pensar na humanidade durante a leitura:

Todo mundo tem o direito de fazer o que quiser, de expressar seu amor como bem entender, sem medo de assédio, ostracismo, perseguição ou mesmo a lei. Até relacionamentos violentos  e adúlteros costumam ser tolerados, apesar do mal que causam aos outros. Na nossa sociedade progressiva e permissiva, todos esses tipos de “amor” daninhos e doentios são permitidos – mas não o nosso.

 

 

Livros: As Vantagens de ser Invisível

As-Vantagens-de-Ser-Invisível

Cartas mais íntimas que um diário, estranhamente únicas, hilárias e devastadoras – são apenas através delas que Charlie compartilha todo o seu mundinho com o leitor. Enveredando pelo universo dos primeiros encontros, dramas familiares, novos amigos, sexo, drogas e daquela música perfeita que nos faz sentir infinito, o roteirista Stephen Chbosky lança luz sobre o amadurecimento no ambiente da escola, um local por vezes opressor e sinônimo de ameaça. Uma leitura que deixa visível os problemas e crises próprios da juventude.

 

 

 

Tenho que admitir que nunca teria lido este livro, se uma amiga não o tivesse me emprestado.É aquele preconceitozinho, por ter assistido o filme e não ter gostado nada, sabe? Sei que sim.

Só preciso saber que existe alguém que ouve e entende, e não tenta dormir com as pessoas, mesmo que tenha oportunidade. Preciso saber que essas pessoas existem.

Durante a leitura, cheguei a um momento, onde me surpreendi ao lembrar que o Charlie escrevia aquelas cartas para outra pessoa, e não para mim. É como se ele estivesse falando comigo, me contando as novidades; como se eu mergulhasse tanto na história, que chegasse a esquecer o óbvio.

Não sei se você já se sentiu assim, querendo dormir por mil anos. Ou sentiu que não existe. Ou que não tem consciência que existe. Ou algo parecido.

Mas também temos de concordar que é um livro que deve ser lido no momento certo. Tenho certeza que se tivesse lido em um período em que eu não estivesse disposta a sair da minha zona de conforto, escreveria este post decepcionada com a leitura.

É só que eu não quero ser a paixonite de ninguém. Se alguém gosta de mim, eu quero que goste de mim de verdade, e não pelo que pensam que eu sou.

Os personagens são bem exóticos. O que é muito bom, por não serem clichês e previsíveis. Mas, mudando a linha de pensamento… como reagiu a pessoa ao qual Charlie enviava as cartas? Se coloque no lugar por um momento. Deve ter ficado perturbada logo ao fim da última carta enviada. Eu ficaria.

Acho que a ideia é que cada pessoa tem de viver a própria vida e depois compartilhá-la com outra pessoa.

Terminei de lê-lo, na verdade, hoje. E ainda não sei se estou conseguindo levar a vida hahahaha A história, ao mesmo tempo que é singela e delicada, é catastrófica e completamente perturbante depois que você entende o que está acontecendo. Só tenho a dizer que já quero reler hahahaha

Porque não há problema em sentir as coisas. E ser quem você é.

Se você, assim como o meu eu antigo, não tiver lido tal obra de arte por causa do filme, calma. Não perca as esperanças na humanidade. Leia hahaha Você já deve estar cansado de ouvir que os livros quase sempre trazem sentimentos mais profundos que os filmes. É a magia sendo colocada em prática.

Livros: Minha Vida Mora ao Lado

Hoje estou de volta para conversar com vocês sobre um livro que conseguiu me surpreender do começo até a última página – o que não é fácil, diga-se de passagem hahahaha

CAPA-Minha-Vida-Mora-ao-Lado “Minha mãe nunca ficou sabendo de uma coisa, algo que ela reprovaria radicalmente: eu observava os Garrett. O tempo todo.”

Os Garrett são tudo que os Reed não são. Barulhentos, caóticos e afetuosos. São de verdade. E, todos os dias, de seu cantinho no telhado, Samantha sonha ser uma deles, ser da família. Até que, numa noite de verão, Jase Garrett vai até lá e…
Quanto mais os adolescentes se aproximam, mais real esse amor genuíno vai se tornando. Contudo, precisam aprender a lidar com as estranhezas e maravilhas do primeiro amor. A família de Jase acolhe Samantha, apesar dela ter que esconder o namorado da própria mãe.

Até que algo terrível acontece, o mundo de Samantha desmorona e ela é repentinamente forçada a tomar uma decisão quase impossível, porém definitiva. A qual família recorrer? Ou, quem sabe, Sam já é madura o bastante para assumir suas próprias escolhas? Será que está pronta para abraçar a vida e encarar desafios?
Quem você estaria disposto a sacrificar pela coisa certa a se fazer? O que você estaria disposto a sacrificar pela verdade?

Quando vi a capa na livraria, tenho de concordar que achei linda, e esse foi um dos motivos que me fizeram completar a compra; mas já preparada para ler um romance totalmente romântico – mais conhecido como água com açúcar -. Nunca pude estar mais enganada.

O livro traz uma trama muito mais que apenas um romance bobinho. Na verdade, de bobinho ele não tem nada. O dilema que a personagem principal nos mostra, é passado ao leitor de uma forma, que muitas vezes acreditamos ser realmente um acontecimento real.

A história é tão envolvente, os personagens são tão cativantes e tão bem construídos, que diversas vezes, acreditei realmente no casal. Não são forçados; pelo contrário, foram muito naturais.

Outra coisa que me chamou atenção nos protagonistas, foi a responsabilidade, apesar de serem adolescentes. Temos de combinar que é uma característica difícil de ser vista hoje em dia, onde diversos autores mostram adolescentes irresponsáveis e fúteis, o que nem sempre é uma realidade.

Tenho de admitir que já fazia alguns bons meses que uma leitura fluia tão bem como essa. Livro completamente recomendado se  você busca um romance com algumas tramas, boas risadas, e claro, alguns suspiros aqui ou ali.

Bom… esse foi o post de hoje. Espero que você tenha gostado da indicação. Te vejo daqui alguns dias 😉

 

Livros: Dias Perfeitos

Bom dia ❤ Hoje voltei para falar um pouco sobre este livro um tanto quanto … interessante hahaha 

raphael-montesTéo é um solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e examinar cadáveres nas aulas de anatomia. Durante uma festa, ele conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. Ela está escrevendo um road movie sobre três amigas que viajam em busca de novas experiências. Obcecado por Clarice, Téo quer dissecar a rebeldia daquela menina. Começa, então, uma aproximação doentia que o leva a tomar uma atitude extrema. Passando por cenários oníricos, que incluem um chalé em Teresópolis e uma praia deserta em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita, repleta de tortura psicológica e sordidez. O efeito é perturbador. Téo fala com calma, planeja os atos com frieza e justifica suas atitudes com uma lógica impecável. A capacidade do autor de explorar uma psique doentia é impressionante – e o mergulho psicológico não impede que o livro siga um ritmo eletrizante, repleto de surpresas, digno dos melhores thrillers da atualidade. Dias perfeitos é uma história de amor, sequestro e obsessão. Capaz de manter os personagens em tensão permanente e pródigo em diálogos afiados, Raphael Montes reafirma sua vocação para o suspense e se consolida como um grande talento da nova literatura nacional.

Não posso deixar de comentar que o livro não foi exatamente nada do que eu imaginava. Mas isso acabou sendo uma qualidade, até porque, quem não gosta de se surpreender, né?!

Como justificar que nunca tivesse apresentado uma namorada desde a adolescência? Como justificar que preferisse ver sozinho os filmes europeus em cartaz?

A única coisa que me decepcionou foi a lista de acontecimentos muito parecidos com Misery, o que me deixou realmente muito triste. Mas como tudo tem seu lado bom, aqui não será diferente. Eu achei muuuuuito melhor que Misery, mesmo com todas as suas semelhanças. – Isa causando polêmicas hahahaha

Melhor amar sem ser correspondido do que não amar.

O fato de ser um livro nacional acabou deixando tudo mais lindo, mas tenho de confessar que muitas vezes esquecia que o livro foi escrito por um Brasileiro. Acho que isso é bom, afinal mostra como a qualidade de escrita é boa.

Desceu as rampas da universidade pensando em como as pessoas ignoravam o que havia de melhor à sua volta.

O livro é para os fortes hahaha Apesar da capa ser muito linda e fofinha, a história de fofinha não tem nada; muito pelo contrário. É cheia de cenas com muito sangue, o que gostamos muito – pelo menos eu hahaha -.

Que a diferenciava das outras mulheres, sempre pintadas em excesso e montadas em plataformas.

Muitas vezes me peguei concordando com algumas coisas que o protagonista dizia, o que foi um tanto quanto assustador, porque afinal de contas, ele é um psicopata hahahaha. A escrita faz com que nos convençamos de que tudo que o Téo faz realmente tem sentido e chegamos até a concordar com ele em diversos momentos.

Quis dizer qualquer frase que a fizesse parar de sofrer, mas pensou que há momentos na vida em que o sofrimento é necessário.

Bom … esse foi o post dedicado a este livro que amei ter lido, realmente recomendo. Também quero dizer que li ele no meu Kindle, em formato virtual e não tenho a versão física. Quem quiser me dar, estou aceitando, ok? hahahahaBrincadeira gente –

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Livros: Um porto seguro

111822373_1GG Quando uma mulher misteriosa chamada Katie aparece repentinamente na pequena cidade de Southport, na Carolina do Norte, questionamentos são levantados sobre seu passado. Linda, mas discreta, Katie parece evitar laços pessoais formais até uma série de eventos levá-la a duas amizades relutantes: uma com Alex, o viúvo, com um coração maravilhoso e dois filhos pequenos, a outra com sua vizinha muito franca, Jo. Apesar de ser reservada, Katie começa a baixar a guarda lentamente, criando raízes nessa comunidade solícita e tornando-se próxima demais de Alex e de sua família.

Comecei a ler este livro sem nenhuma expectativa, mesmo com muitas recomendações. E uau 😮 Foi viciante do começo ao fim e não me desapontei nem um pouco.

Quando terminei a leitura, fui procurar a opinião das pessoas e fiquei de boca aberta quando vi algumas pessoas criticando a Kate. Sério, eu não achei ela nem um pouco medrosa ou chata, muito pelo contrário, achei que ela foi muito corajosa de escapar.

Amei aquele final. Gente do céu, o que foi aquele desfecho? Foi incrível. Apesar de ter sido um pouco previsível, achei ótimo o Nicholas ter escrito algo assim.

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Amei o jeito como o casal começou a se aproximar, a se envolver e como conviviam. Parece que tenho um novo casal favorito, não é mesmo?

O livro não teve um personagem que eu não tenha uma simpatia. Quero falar sobre um em especial, mas não posso, que agonia hahahaha Vou tentar: tem um certo personagem que apesar de ser extremamente doido psicologicamente, o Nicholas fez com que eu me pegasse concordando com vários pensamentos desta pessoa. Esse foi um ponto muito forte.

O post de hoje não teve muitos argumentos porque é realmente muito difícil falar sobre este livro. Mas espero que tenha feito com que vocês se interessem, porque realmente vale a pena.

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